É normal chorar transando? Entenda o que pode te levar às lágrimas na cama

Terapeuta sexual explica os possíveis motivos do choro no sexo e faz alerta para o risco de situações abusivas

FOTO: DUTCHKRIS/GETTY IMAGES

Em um de seus vídeos do YouTube, a apresentadora Giovanna Ewbank dividiu com os inscritos que, durante a quarentena, já chorou enquanto fazia sexo com o marido, o ator Bruno Gagliasso.

Ainda que a informação foi levada para o lado cômico pela maioria, muitas pessoas chegaram a se questionar: é normal chorar durante o sexo? De acordo com o terapeuta sexual André Almeida, além de comum, pode ser até mesmo saudável. “Depende da relação da pessoa com o choro. Tem mulheres que choram ao atingir o orgasmo, por exemplo”, explica.


O especialista reforça que existem diversos tipos de choro e eles explicitam sensações como alívio, prazer, felicidade, paixão… Ou seja, não necessariamente o choro durante o sexo signifique que há algo errado.

No caso de Giovanna, que está grávida e na reta final da gestação, os hormônios também influenciam muito. “Qualquer alteração hormonal ou emocional que a pessoa esteja passando, pode desencadear mudanças de humor e choros”, afirma o psicólogo.

Nem mesmo os homens estão imunes a eventualmente cair no choro durante um comportamento sexual. “Não é tão comum, mas pode acontecer. É preciso saber como está a sensibilidade desta pessoa”, diz.

Ainda que comum, André alerta que o diálogo é essencial em casos como esse, para garantir que está tudo bem com a parceria, já que o choro é muito subjetivo quanto aos motivos que o trazem.

“Apesar de existirem muitos tipos de choro, não se pode descartar o mais comum, que é por dor ou tristeza. É recomendável parar e conversar para tentar entender o que motivou esse choro”, garante.

Além disso, é importante que a pessoa que está chorando tente entender o que está por trás, para evitar a normalização de situações abusivas. “É uma questão complexa e com muitas variáveis. Se houver indícios de abuso, é preciso tomar cuidado e procurar ajuda”, indica.

Fonte: Metrópoles.

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