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União, confiança e crescimento

29/01/2019

/ por Paulo Melo
Paulo Melo

O ano de 2018 foi o último de um quadriênio de crise que iniciou em 2015. Foi, também, um dos anos mais difíceis da história recente da economia brasileira. Porém, agora, está iniciando um novo ciclo. Há um otimismo quase palpável no ar, embora, concretamente, o mercado materializa muito lentamente esse otimismo em resultados, como aumento do consumo e queda do desemprego.


O ano de 2019 se apresenta com seus imensos desafios. Governo e sociedade devem pactuar uma agenda mínima de prioridades nos planos municipal, estadual e federal. Essa agenda deve ser pautada pela subordinação dos interesses pessoais, partidários e de grupos aos interesses da coletividade. Isso requer liderança e maturidade dos setores públicos e privados.

As eleições foram encerradas dentro da normalidade democrática. Agora, é preciso aceitar os resultados da vontade popular e focalizar a pauta de nossas preocupações atuais. Percebemos que resquícios da jornada eleitoral recém-encerrada permanecem na mente e nos corações de muitos agentes públicos (parlamentares, gestores etc.) e privados (empresários e empreendedores), perturbando o que deveria ser um exemplar e republicano relacionamento dos Poderes entre si e com a sociedade.

Nós, da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), defendemos a integração de todas as forças da sociedade para diagnosticar os problemas, propor as alternativas e implementar as soluções que o Município, o Estado e a União exigem. Chapecó, como polo de uma vasta região do sul do Brasil, reúne a um só tempo muitas potencialidades e deficiências. De um lado, há uma base econômica forte e diversificada; de outro, uma elevada taxa de urbanização potencializada pela migração regional, demandante de serviços públicos. Há muita coisa a ser feita, mas é preciso união para a integração de esforços. Acredito que, em 2019, Chapecó continuará com forte protagonismo em Santa Catarina e no Brasil. Estaremos novamente na Série A do Campeonato Brasileiro, disputaremos a Copa Sulamericana, lideraremos o desenvolvimento regional, ampliaremos os investimentos na expansão e modernização das empresas, geraremos novos empregos – enfim, viabilizaremos um cenário de confiança, superação e crescimento.

Há um enorme déficit de investimentos em infraestrutura, saúde, educação e segurança no oeste catarinense. Recuperação de rodovias, geração de energia elétrica e abastecimento de água potável são três premências capitais. Não será com dissenso que iremos conquistar esses e outros investimentos essenciais.







Foto 11 – CIDNEI LUIZ BAROZZI - Presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC)

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