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Preocupado com a segurança no seu condomínio? Especialista dá dicas

04/10/2017

/ por Paulo Melo
A expectativa de se sentir mais seguro é o que motiva boa parte das pessoas a morarem em condomínios. Câmeras de segurança, síndicos e toda uma infraestrutura dão a aparente sensação de mais conforto e tranquilidade — mas a garantia pode nem sempre ser tão certeira

Da mesma forma que a tecnologia se desenvolveu para garantir mais segurança aos moradores, grupos mal-intencionados também se especializaram em burlar esses avanços. Em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, há relatos de que indivíduos estejam se passando por moradores para liberarem suas entradas no prédio. O vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP (Sindicato da Habitação paulista), Hubert Gebara, alerta que, em casos como esse, a portaria sempre confirme com o morador antes de permitir a entrada de visitantes ou prestadores de serviços.

Gebara explica que a segurança em condomínio depende de três fatores: equipamentos, como câmeras, bem posicionados, uma equipe de funcionários bem treinada para que ele saibam como se comportar em situações de risco e a conscientização dos condôminos. “O número de assaltos e arrastões caiu nos últimos anos. Mas não podemos relaxar. É preciso manter o estado de alerta”, destaca.

Em situações de risco, a orientação aos porteiros e seguranças é chamar a polícia e não reagir. Em condomínios mais sofisticados, há sistemas interligados com portarias de prédios vizinhos que permitem emitir um sinal de alerta para funcionários de outro prédio. Se não for possível acionar os policiais, é necessário avisar o síndico para que ele o faça.

O Metro Jornal selecionou algumas dicas de como aumentar a segurança em condomínios, baseado nas recomendações do Secovi-SP. Confira:
Aparato eletrônico é essencial na garagem e na portaria, por esses serem os pontos mais vulneráveis a invasões.
Estabelecer parceria entre dois ou mais condomínios vizinhos em que um monitora o outro por meio de circuitos de TV.
Os acessos ao condomínio devem ser bem iluminados.
Moradores devem participar de discussões sobre o assunto e obedecer as regras de segurança do condomínio, como identificar-se sempre que solicitado e, ao estacionar o veículo, não deixá-lo aberto nem com objetos de valor à vista.
Os funcionários devem evitar sair de seu posto para prestar serviços particulares aos moradores.
O morador deve testar o sistema de segurança interno, se houver, e trancar portas e janelas.
Se for viajar, deixe a chave e um telefone de contato com parente ou amigo, de preferência que não more no local.
Deixe algum vizinho avisado de sua ausência, pois ele poderá observar alguma irregularidade em sua residência.
O zelador deve testar os sistemas de segurança e alarmes. A manutenção dos equipamentos de segurança é fundamental.
O morador deve ainda respeitar as regras do condomínio quando for realizar festas. Um vigia extra é recomendável, dependendo do tamanho do evento.
É preciso ter atenção redobrada em períodos de férias e feriados.

O “Manual de Segurança Condominial”, com recomendações importantes das polícias Civil e Militar do Estado de São Paulo, pode ser acessado gratuitamente no www.secovi.com.br.

Fonte: Metro Jornal São Paulo.

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