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Deputada Sandra Faraj é eleita primeira-secretaria da Mesa Diretora da CLDF

17/12/2016

/ por Paulo Melo
Após a tumultuada votação para presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal, os parlamentares também elegeram o distrital Joe Valle (PDT) para presidente da Casa e Wellington Luiz (PMDB) para vice-presidente

No início da tarde desta quinta-feira (15/12), o plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal elegeu a nova mesa diretora para o biênio 2017/2018. A deputada Sandra Faraj (Solidariedade) foi eleita pela maioria absoluta dos parlamentares para o cargo de primeira-secretária.

Na oportunidade, também foram eleitos: o deputado Joe Valle (PDT) para presidência; Wellington Luiz (PMDB) para a vice-presidência da Casa; Robério Negreiros (PSDB) para segunda-secretaria; e Raimundo Ribeiro (PPS).

“Agradeço a Deus e aos meus pares por mais uma oportunidade de trabalharmos em defesa dos interesses da população”, afirmou Sandra Faraj.

Por 14 votos a 9, Wellington Luiz (PMDB) alcançou o cargo de vice-presidente da Casa. A 1ª Secretaria da cúpula da Casa, responsável pelas questões administrativas do Legislativo local, será ocupada por Sandra Faraj (SD), que recebeu o apoio de 14 parlamentares.

Como candidato único, Robério Negreiros (PSDB) chegou à 2ª Secretaria da Casa, que trata do orçamento da Câmara. Ele recebeu o apoio de Agaciel Maia (PR) e Rodrigo Delmasso (Podemos), com quem teve um embate ao longo da votação pela presidência. O tucano, em lágrimas, se absteve da eleição por declarar-se “triste” com a situação. Ele angariou 20 votos.

A 3ª Secretaria da Mesa, responsável por processos legislativos, receberá, no próximo biênio, o titular Raimundo Ribeiro (PPS). A configuração da nova Mesa Diretora da Câmara Legislativa representa uma derrota do governador Rodrigo Rollemberg (PSB): a maioria dos candidatos que receberam a bênção do chefe do Executivo local perdeu a eleição.

Confusão

O revés do Palácio do Buriti ocorreu após um bate-boca entre Rodrigo Delmasso (Podemos) e Robério Negreiros (PSDB), durante a eleição do novo presidente da Casa. O tucano chamou o colega de “moleque” em decorrência de um desentendimento referente à inscrição para a obtenção da 2ª Secretaria da cúpula da Câmara Legislativa. Delmasso retribuiu o xingamento e iniciou-se uma confusão generalizada. Com a derrota no primeiro pleito, alguns parlamentares optaram por ignorar os compromissos firmados previamente e votaram conforme desejado.

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