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ALERTA: Pokémon Go é coisa do demônio e máquina de coleta de dados

De acordo com o pastor Fadi Faraj, que é irmão da deputada Sandra Faraj, o aplicativo que tem levado milhares de pessoas para as ruas atrás de Pokémons, é mais um atrativo do demônio
Pastor usa as redes sociais para dizer que “Pikachu significa: Monstro Destruidor”. 
Diante da repercussão do jogo, o pastor lançou em suas redes sociais a campanha #PokemonNo. O slogan da iniciativa é: “Tire os demônios do bolso. Coloque Deus no coração”.

Em recente postagem no Facebook, Faraj criticou: “Para os bravinhos e revoltadinhos: saia da febre, entre na fé”. O pastor ainda diz que: “O nome Pokémon significa: Demônio de Bolso e Pikachu significa: Monstro Destruidor”.

O post foi recebido com uma chuva de comentários dos internautas.

O significado da palavra Pokémon

Muitas pessoas procuram o significado da palavra “Pokémon” e não encontram seu respectivo significado. Infelizmente são poucos o que conhecem e sabem seu verdadeiro significado, e muitos acreditam que é simplesmente o nome de mais um famoso desenho da televisão. Talvez você não acredite no que vai ler agora, e nem peço que acredites, mas antes de julgar procure pesquisar pelo assunto, e ver como outros sites também revelam esta “tradução”.

Pokémon significa “demônio de bolso”, talvez você ache ridículo, porque um significado tão tolo, mas vamos procurar lhe explicar. No ano de 1995, foi inventado no Japão um vídeo-game chamado Pokémon, foi um sucesso muito grande no país, então o jogo virou um desenho animado. Após a criação do desenho, o mesmo passou a ser vendido em forma de taso, vindo em salgadinhos comuns. Crianças de todas as idades andam com estes tasos em mãos e assistem aos seus desenhos, pronunciando frequentemente o nome Pikachu, Charmander, JigglyPuff, e seus 150 Pokémons. Onde colocamos um taso quando desejamos guardá-lo conosco? No bolso!

Dizem que no Japão muitas crianças fãs do desenho, foram vitimas de alucinações, suicídios, coma e até parada cardíaca, em mais de 1500 crianças. Pode ser uma mera coincidência, algo que julgarem ser por caso do desenho, mas devemos admitir que não foi em poucas crianças. Caso seja de seu interesse “Pikachu” significa “monstro destruidor”. Mas tudo depende de seu ponto de vista, de sua religião, de seu modo de pensar, algo que não desejamos criar polêmica, mas é o significado mais perfeito que encontramos para tal palavra.

A comissária para a privacidade no estado alemão de Schleswig-Holstein, Marit Hansen, lançou um alerta sobre o Pokémon Go. Em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt publicada nesta sexta-feira (05/08), Hansen afirmou que o jogo armazena dados “exatos e detalhados” de cada movimento dos usuários pelas ruas.

“É uma máquina gigante de coleta de dados”, disse, acrescentando que o aplicativo de realidade aumentada, além de espionar, também pode condicionar o comportamento do consumidor.

A Niantic, empresa baseada na Califórnia e que ajudou a desenvolver o jogo, não buscou apenas acesso a câmeras e microfones, mas também disponibilizou uma ferramenta de marketing para “deliberadamente orientar” os usuários do jogo aos chamados “Pokestops” em estabelecimentos comerciais, afirmou Hansen.

A especialista em política de privacidade apontou também para a falta de controles legais, repetindo diversas advertências recentes sobre o aplicativo feitas em Nova York, na Austrália e nos Emirados Árabes Unidos.

“Como o jogo utiliza um provedor de fora da Europa, não temos o apoio jurídico para agir”, disse Hansen, referindo-se às disputas entre União Europeia (UE) e os EUA sobre a transferência de dados transatlânticos e a cooperação da Niantic com o Google Maps.

No mês passado, a Federação das Associações Alemãs de Consumidores (VZBV, na sigla em alemão) disse que contestou 15 cláusulas dos termos de uso e privacidade da Niantic, dando à empresa americana até 9 de agosto para responder. Caso a Niantic não se pronuncie, a VZBV advertiu levar o caso a um tribunal.

“Era do controle total”
O editor-adjunto do Handelsblatt, Thomas Tuma, disse em seu editorial desta sexta-feira: “Pokémon Go é o ponto de partida para uma nova era de controle total.” Em apenas três semanas, 75 milhões de pessoas baixaram o aplicativo – “todas sem terem sido forçadas ou mostrado resistência”, disse Tuma.

“Fisgados, porque é inicialmente gratuito, temos de pagar mais do que nunca com os nossos dados”, incluindo nossas listas de amigos, acrescentou Tuma.

O jogo, lançado no Brasil na noite desta quarta-feira, envolve diversos problemas graves, alerta o editor, porque todos os “monstrinhos são os cavalos de Troia com os quais a indústria da internet abre o caminho para nossas cabeças e nossas carteiras”. “Nós, os usuários, estamos sendo explorados”, disse. “Os que estão sendo capturados somos nós mesmos.”

Campo fértil para criminosos
Na segunda-feira, o governador de Nova York, Andrew Cuomo, ordenou que o departamento correcional proibisse que os cerca de três mil criminosos sexuais do estado usassem o Pokémon Go.

Uma das ferramentas do jogo, que permite aos usuários colocar iscas para atrair jogadores a locais específicos, possui o potencial de ser usada por “predadores” em busca de crianças, afirmou Cuomo. Em seu site, a Niantic diz que os usuário não podem ter menos de 13 anos de idade para jogar seus jogos.

Nos EUA, a mania Pokémon Go levou pessoas a andar em quintais, calçadas, cemitérios e até mesmo em estacionamentos policiais – sempre em busca dos monstros do famosos desenho animado Pokémon.


Nos Emirados Árabes Unidos, há duas semanas, a autoridade de telecomunicações TRA alertou os usuários para não ativarem as câmeras de seus celulares em casa ou em outras áreas privadas. E na Austrália, a polícia comunicou que um casal foi ameaçado com uma arma num parque ao sul de Sydney.

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