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Integrantes de cooperativas de coleta seletiva participam de capacitação

Ação ocorre até quinta-feira (2). Associados recebem lições de cuidados com a saúde e de uso de equipamento de proteção individual, além de treinamento para separação de materiais recicláveis

Foto: Andre Borges.
Catadores de materiais recicláveis de quatro cooperativas contratadas pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) para retomar a coleta seletiva na Candangolândia, no Núcleo Bandeirante, em Samambaia e em Santa Maria recebem capacitação até quinta-feira (2 de junho). A ação ocorre desde segunda-feira (30), no Centro de Juventude de Ceilândia, na QNN 13.

O serviço está suspenso nessas localidades desde dezembro de 2015 para adaptação do modelo adotado. Em Brazlândia, a coleta é feita, mas será substituída pelo novo sistema por apresentar melhores resultados.

Nesta terça-feira (31), o treinamento abordou temas como a saúde do catador. Teve também dinâmica de separação do lixo com destaque para a necessidade do uso de equipamento de proteção individual durante os trabalhos.

“Essa capacitação é importante para que os catadores que fazem parte das cooperativas contratadas entendam o papel deles como prestadores de serviço do SLU e sigam os padrões para que a gente tenha uma coleta seletiva cada vez mais eficiente”, explicou a chefe da Assessoria de Gestão Ambiental da autarquia, Maria Fernanda Teixeira. Conforme haja necessidade, outros treinamentos podem ocorrer durante a vigência dos contratos.

Nesta quarta-feira (1º), ocorrerá a parte prática da capacitação. “Vamos orientar como os catadores devem se comportar, correr, agachar para que não tenham nenhum tipo de lesão, não se machuquem”, exemplificou Maria Fernanda. Na quinta-feira (2), haverá avaliação do curso e entrega de certificados.

Para coletar em Santa Maria, a responsável será a cooperativa R3; em Samambaia, a Recicle a Vida; em Brazlândia, a Acobraz; e na Candangolândia e no Núcleo Bandeirante, a Renascer.

Parceria

A capacitação integra o projeto Reciclagem e Cidadania, do SLU, com ações voltadas para a inclusão socioeconômica dos catadores. Dele, faz parte outro, o Coleta Seletiva Inclusiva, que envolve a contratação de cooperativas para fazer coleta seletiva.

Os trabalhos são promovidos pelo SLU, em parceria com o Instituto de Estudos Socioeconômicos, o campus de Ceilândia da Universidade de Brasília, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e a associação Recicle a Vida.

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