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Rede pública de saúde segue com restrições no atendimento

Mesmo considerada ilegal, paralisação de servidores da área é mantida. Veja a situação das unidades nesta quarta-feira (14)

Foto: Vitor José.

Devido à paralisação dos servidores da área, unidades de saúde do Distrito Federal ainda funcionam parcialmente nesta quarta-feira (14). A categoria decidiu continuar com o movimento, mesmo após o Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios determinar a ilegalidade da ação em 9 de outubro.

Em alguns locais, como no Hospital Materno-Infantil de Brasília e no Hospital Regional de Taguatinga, as equipes estão reduzidas e sem fazer horas extras. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) está normalizado, apesar da adesão de alguns servidores da enfermagem e da parte administrativa.

Brazlândia
Hospital regional: emergência com equipe reduzida. Atividades do ambulatório suspensas.

Centros de saúde: funcionam parcialmente.

Ceilândia
Hospital regional: emergência normal; ambulatório com atendimento restrito; 30% dos técnicos de enfermagem trabalham; só são feitas cirurgias de urgência.

Unidade de pronto-atendimento (UPA): atende pacientes de menor gravidade (classificação verde). Os casos mais urgentes são encaminhados aos hospitais.

Centros de saúde: três estão sem atendimento, e cinco funcionam normalmente.

Gama
Hospital regional: no pronto-socorro de clínica médica, são atendidos apenas pacientes graves (classificados como laranja e vermelho). O hospital conta com dois cirurgiões, dois ortopedistas e cinco ginecologistas. Há pediatras para casos graves.

Centros de saúde e equipes de Saúde da Família: funcionam com 30% do pessoal. Atendimento mantido nas salas de vacina e farmácias.

Guará
Hospital regional: emergência normalizada. Ambulatório funciona parcialmente.

Centros de saúde: a unidade 1 está sem atendimento em clínica médica e, na 2, a maioria dos técnicos e médicos voltou ao trabalho após a decretação da ilegalidade da greve. No centro de saúde da Estrutural, a greve continua.

Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo e Park Way
Upa do Núcleo Bandeirante: atendimento restrito. Dois médicos pela manhã.

Centros de saúde: funcionam parcialmente. As equipes da Estratégia Saúde da Família atendem somente com enfermeiros. Médicos e técnicos de enfermagem estão parados.

Paranoá
Hospital regional: ambulatório parado. Emergência com equipe reduzida de médicos e técnicos de enfermagem.

Centros de saúde e Estratégia Saúde da Família: sem atendimento.

Planaltina
Hospital regional: emergência funciona normalmente. Serviços no ambulatório estão parados. Cirurgias eletivas são remarcadas. Menos de 30% dos técnicos de enfermagem estão trabalhando.

Centros de saúde: a maioria dos serviços está parada.

Plano Piloto
Hemocentro: equipe reduzida.

Hospital de Base: nos ambulatórios de endocrinologia, urologia, oftalmologia, gastroenterologia, broncoesofagologia, atendimento a pacientes agendados para hoje. Oncologia funciona normalmente. Na bucomaxilofacial, as consultas estão sendo remarcadas. Demais especialidades estão fechadas. Na emergência, atendimento a pacientes graves (laranja e vermelho). Unidade de trauma funciona.

Hospital Regional da Asa Norte: atendimento reduzido no ambulatório. Sem marcação de consultas e exames. Só estão sendo feitas cirurgias do mutirão de fissurados. O centro obstétrico e a maternidade estão lotados. A emergência de clínica médica conta com um médico, que recebe casos graves.

Hospital Materno-Infantil: emergências pediátrica e ginecológica com atendimento normal. Técnicos e auxiliares de enfermagem não pararam, mas houve redução de pessoal em vários setores. Cirurgias eletivas continuam suspensas. No ambulatório de reprodução humana, os ginecologistas pararam.

Centros de saúde: nas unidades da regional Norte, poucos serviços funcionam. Os postos da 612 Sul e da 514 Sul estão com atendimento normal.

Adolescentro (605 Sul): 20% dos médicos e técnicos de enfermagem estão em greve. Um grupo de acolhimento faz os atendimentos.

Unidade Mista (508 Sul): funciona parcialmente.

Recanto das Emas
UPA: funciona normalmente.

Centros de saúde e clínicas da família: parcial.

Samambaia
Hospital regional: ambulatório e emergência normais. Ausência de alguns técnicos. Cirurgias feitas normalmente, inclusive as eletivas.

Centros de saúde: sem médicos. Atendimento feito por enfermeiros da Estratégia Saúde da Família.

UPA: atendimento normal com dois médicos, seis técnicos de enfermagem e três enfermeiros.

Santa Maria
Hospital regional: atendimento normal no ambulatório e na emergência. Cirurgias eletivas não são feitas.

Centros de saúde: sem atendimento.

Sobradinho
Hospital regional: emergência lotada e equipe de enfermagem reduzida. Atendimento parcial no ambulatório. Metade dos funcionários da limpeza está parada. Banco de sangue, banco de leite e UTI com atendimento normal. Na radiologia, só são atendidas emergências.

UPA: atendimento normal.

Centros de saúde: funcionam parcialmente.

Taguatinga
Hospital regional: emergência com equipe reduzida, mas sem greve. Unidade de internação funciona normalmente. O setor de radiologia e o laboratório só atendem emergências. No ambulatório, o serviço de ginecologia atende gestantes de alto risco, e o de mastologia tem atendimento parcial. Otorrinolaringologia, radiologia e laboratório recebem emergências. Cirurgia conta com um médico. Ortopedia, oftalmologia e pediatria estão parados. Reumatologia atende normalmente. Cardiologia funciona parcialmente. Oftalmologia e gastroenterologia estão fechadas.

Centros de saúde: funcionam parcialmente.

Fonte: Redação.

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