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Casos de dengue em queda no DF

Balanço mais recente do governo mostra redução de 28,49% se comparado a 2014. Nesta semana, sete regiões recebem ações de combate ao mosquito transmissor, entre elas Ceilândia

Foto: Olivar de Matos

A matéria citava que o boletim seria divulgado na quarta-feira (17), mas foi publicado nesta segunda-feira (15) no site da Secretaria de Saúde.

Segundo boletim divulgado nesta segunda-feira (15) pela Secretaria de Saúde, 6.795 ocorrências da dengue em moradores do DF foram confirmadas de janeiro a 15 de junho de 2015. O número mostra, novamente, redução se comparado a 2014 — desta vez, de 28,49%. No mesmo período do ano passado, foram 9.502 casos.

"Isso é fruto de um esforço coletivo, especialmente do Corpo de Bombeiros do DF e do Exército Brasileiro, que atenderam ao nosso chamado e contaram com o apoio da sociedade brasiliense", afirmou o governador Rodrigo Rollemberg.

Em relação ao boletim da semana passada, houve uma diferença de 652 casos a mais em residentes no DF. No entanto, de acordo com o chefe da Assessoria de Mobilização Institucional e Social para Prevenção à Dengue, Ailton Domicio, esse aumento não representa uma elevação real. "O sistema sofre atualizações e inserções de casos antigos, que foram confirmados depois."

Desta segunda-feira (15) a sábado (20), as regiões administrativas do Gama, de Ceilândia, de Samambaia, de Sobradinho II, de São Sebastião, de Planaltina e do Núcleo Bandeirante recebem ações de combate ao mosquito transmissor da dengue e da febre chikungunya. O trabalho faz parte da Semana de Prevenção, realizada na terceira semana de cada mês, sempre de setembro a junho.

Maior incidência
De acordo com a publicação da Secretaria de Saúde, as regiões administrativas com o maior número de casos confirmados são Planaltina, Gama e Sobradinho II. Juntas, elas somam 2.869 ocorrências da dengue neste ano — ainda assim, 835 a menos que no mesmo espaço de tempo de 2014.

O boletim epidemiológico também traz que, no período analisado, houve 12 pacientes de dengue grave (que tiveram complicações relacionadas à doença) e oito deles morreram. Desse número, sete eram residentes no DF e um em Goiás. Na mesma época de 2014, houve 29 casos, sendo 13 óbitos — sete do DF e seis de outras unidades da Federação.

Principais ações de 2015 no combate à dengue e à febre chikungunya em Brasília:
Uma força-tarefa do Exército (que cedeu cem militares) e do Corpo de Bombeiros (com 150 servidores treinados) apoia as ações de combate nas regiões administrativas. Até 30 de junho, cerca de 140 militares das duas forças estarão em Planaltina, região com maior número de casos. O objetivo é orientar a população durante visitas a residências e recolher lixo e entulho para reduzir focos do mosquito transmissor.
De fevereiro a maio deste ano, agentes do Corpo de Bombeiros visitaram 33.543 casas e eliminaram 3.482 focos. Apenas no mês passado, eles estiveram em 8.346 residências e trataram 390 focos.

O governo realiza ações de limpeza nas regiões administrativas com o intuito de combater o mosquito transmissor, que precisa de água parada para se reproduzir. Mutirão realizado no Núcleo Bandeirante neste mês, por exemplo, recolheu 900 toneladas de lixo e entulho.
Em 15 de maio, foram recolhidos cinco carros no Guará durante a operação Sucata.

Em abril, cerca de 550 estudantes de até 12 anos da rede pública do Núcleo Bandeirante, da Candangolândia e do Park Way receberam orientações do Corpo de Bombeiros para intensificar o combate à dengue e à febre chikungunya.

Também em abril, a Secretaria de Saúde capacitou médicos e enfermeiros das redes pública e privada sobre a dengue grave.

Em 11 de fevereiro, foi lançado o Plano de Ação Integrada para Minimização dos Efeitos da Dengue e Chikungunya, cujas principais metas são alertar a população para os perigos dessas doenças e combater a proliferação dos agentes transmissores.

Reuniões do governo de Brasília com secretários de Estado, administradores regionais, prefeitos do Entorno e pastores evangélicos trataram das ações de combate às doenças.

Visando intensificar as medidas de vigilância, prevenção e controle, o Ministério da Saúde repassou um recurso de R$ 150 milhões a todos os estados e municípios brasileiros.

Fonte: Redação.

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