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Cai embargo dos EUA a carne

Foto: José Pimentel

Os Estados Unidos voltarão a importar carne do Brasil, depois de 15 anos de restrição

Os Estados Unidos voltarão a importar carne do Brasil, depois de 15 anos de restrição. Ontem, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou que publicará hoje comunicado oficial em que reconhece o status sanitário do rebanho brasileiro, o Final Rule, necessário a importação do produto. A liberação beneficia 14 unidades da federação - Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins - e abre um mercado potencial de 100 mil toneladas por ano aos frigoríficos nacionais. 

Para que as exportações efetivamente comecem, o USDA irá avaliar a equivalência dos programas de sanidade do Brasil com os dos EUA, além de um realizar uma auditoria presencial nos sistemas de segurança alimentar do país. A medida também foi tomada com relação à carne in natura da Argentina. Segundo a secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Tatiana Lipovetskaia Palermo, a expectativa é de que o início das vendas ocorra em agosto. 

Outros mercados 

A abertura do mercado norte-americano, de acordo com a ministra Kátia Abreu, representa uma senha para intensificar negociações e expandir o comércio com outros países, como Arábia Saudita, Japão e China. Esta semana, a titular da Agricultura visitará o Japão, onde também espera suspender o embargo à carne bovina brasileira. Em contrapartida, os japoneses poderão vender carne de Kobe para o Brasil. 

Em processo mais adiantado, os sauditas visitarão frigoríficos no Brasil, em julho, para agilizar as compras. Eles devem apresentar relatório em até 45 dias. Os da China estão no país analisando, por amostragem, 13 estabelecimentos de carne bovina, suína e de aves. O embargo chinês foi suspenso no início deste ano. Cada estabelecimento pode fazer negócios de até US$ 20 milhões.

Fonte: Redação.

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