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Atendimento nos postos do Na Hora é suspenso

Empresa com contrato encerrado cortou sistema de transmissão. Nova prestadora de serviço deve assumir as seis unidades do DF ainda nesta semana


Foto: Renato Araújo

Os serviços prestados nos seis postos do Na Hora em Brasília foram suspensos por volta do meio-dia de hoje (27). A responsável pelo sistema, a B2Br, cortou o link de transmissão de dados, o que impossibilitou o atendimento. O contrato emergencial de 180 dias com a empresa venceu, e os 170 funcionários que trabalhavam na triagem e distribuição de senhas não apareceram para trabalhar. A Subsecretaria de Modernização e Atendimento ao Cidadão da Secretaria de Justiça e Cidadania chegou a fazer um mutirão para manter as atividades em funcionamento, mas acabou surpreendida com a interrupção da rede de computadores.

Em 13 de maio, a secretaria fez um chamamento público, no qual duas empresas apresentaram condições de oferecer os serviços: a ATP e a própria B2Br. A primeira aceitou receber do governo R$ 5,9 milhões pelo serviço, valor R$ 432 mil menor que o cobrado pela segunda. A Procuradoria-Geral do DF deve se pronunciar ainda nesta semana sobre a validação do contrato. Após a anuência do órgão, a nova empresa tem cinco dias úteis para instalar um parque tecnológico e iniciar a operação.

A fim de que a população não fique prejudicada, o governo de Brasília vai ingressar com uma ação na Justiça para que a B2Br preste os serviços até a convocação da empresa contemplada no chamamento público, provavelmente a ATP. "Entendemos que os usuários do Na Hora não podem ser atingidos. Vamos tentar, via Justiça, que a atual empresa continue a atender. Garantiremos a ela o ressarcimento desses dias", disse o subsecretário de Modernização e Atendimento ao Cidadão, Saulo Diniz, em entrevista coletiva no Palácio do Buriti nesta quarta-feira (27).

Licitação
O subsecretário de Logística da Secretaria de Gestão Administrativa e Desburocratização, José Eduardo Ribeiro, garantiu que a pasta faz os últimos ajustes para colocar na praça uma nova licitação e encerrar a prática dos contratos emergenciais. "Nossa área técnica está finalizando os ajustes para que possamos lançar esse pregão [eletrônico] o mais rápido possível."

Fonte: Redação.

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